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A
cada dia que se passa o trânsito euclidense fica mais desordenado. A
cidade de Euclides da Cunha cresce com intensidade ano a ano, junto com
esse crescimento vêm os problemas e, um deles é o trânsito. Ano a ano
mais carros passam a circular nas ruas da cidade, seguindo uma tendência
de crescimento nacional.
Pouco se tem feito para melhorar o trânsito na cidade durante muitos
anos através do setor público, uma vez ou outra é tomada alguma medida
de melhorias, como por exemplo, sinalização/definição de mão e contramão
em algumas ruas, mas isso não tem mostrado muitos resultados, uma vez
que em pouco tempo toda a sinalização é desrespeitada e a fiscalização
não é contínua.
Nos
dias sábado, dia da tradicional feira livre euclidense, o trânsito se
torna uma caos total, principalmente na Avenida Almerindo Rehem. Os
carros que vêm da zona rural não possuem muitas alternativas para fazer
o desembarque e o embarque de passageiros, forçando muitas vezes outros
veículos trafegarem em fila dupla, o que dá início ao caos. Em
determinados horários, atravessar as principais ruas ou avenidas está se
tornando cada vez mais difícil e arriscado, em alguns momentos percebe
os carros formam uma grande fila obrigando os pedestres a aguardarem por
grande período o momento ideal para fazer a travessia, em outros casos
veículos trafegam em alta velocidade.
Em
vários pontos da cidade encontramos situações de completa falta de
respeito, como as que se observa com os caminhões que precisam
descarregar suas mercadorias no comércio da cidade, os caminhoneiros
simplesmente estacionam seus caminhões em fila dupla ou na contramão, em
alguns casos deixam um corredor extremamente estreito para a passagem
dos demais veículos.
Em outros casos, vândalos destroem as placas de sinalizam,
principalmente as de redutores de velocidade, o que coloca em jogo a
segurança dos motoristas e motociclistas.
Com tantos problemas no trânsito, o peso da desordem e desorganização
cai sobre o corpo do cidadão, o resultado disso é o estresse, tanto dos
condutores q uanto
dos pedestres que vêm suas contribuições feitas através de impostos não
refletirem na prática.
Os impostos pagos por cada proprietário de veículo parecem ser
insuficiente diante da demanda de crescimento da cidade, o que de fato
não é verdade, o que falta é o retorno prático e adequado dos impostos
pagos anualmente que deveriam ser convertidos em construção e
melhorias/manutenção de vias de trânsito.
Como perceber isso na prática? Fácil. Basta andar pela cidade,
encontramos ruas sem calçamentos, sem sinalização, com excesso de
redutores de velocidade, ruas com o calçamento deformado, etc.
Algumas
ocorrências podem ser compreendidas pela lógica de noção de espaço, como
por exemplo, carro com metade da estrutura estacionada sobre a calçada e
o restante na rua devido à rua ser estreita. Nesse caso, compreende-se
que o proprietário está tentando minimizar os riscos de acidentes, mas
ele está obstruindo a passagem do pedestre. No entanto, de acordo com o
Código de Trânsito Brasileiro, essa atitude não é permitida.
Diariamente encontramos situações lamentáveis pelas ruas da cidade, uma
clara demonstração de falta de respeito por parte de motoristas e
condutores de motocicletas.
Observe as situações mais comuns encontradas com facilidade no dia a dia
do trânsito euclidense.
Veículos estacionados ou que trafegam normalmente pela contramão.

Carro estacionado em frente aos acessos de cadeirantes.

Carros estacionados em vagas reservadas para motocicletas

Carros estacionados a menos de 5 metros da esquina da rua.

Carros estacionados em cima da calçada.

Carros estacionados em locais onde é proibido estacionar.
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