Planejamento da velhice é fator decisivo para qualidade de vida

Em 2030 o mundo atingirá a marca de 8,5 bilhões de habitantes, segundo estimativa da ONU (Organização das Nações Unidas). Em 2080, esse número pode chegar a 10,4 bilhões, e com um destaque importantíssimo: durante todo esse período é bastante inclusivo, o aumento da população idosa.

Em 2050, estima-se que o número de pessoas com 65 anos ou mais em todo o mundo seja mais do que o dobro do número de crianças com menos de 5 anos, por exemplo. Sendo assim, os planejamentos para a chegada da melhor idade não devem se prolongar demais.

Segundo a professora do curso de gerontologia da USP (Universidade de São Paulo), Rosa Chubaci, o idoso tem que ter uma conduta diferenciada para ter mais qualidade de vida. “Ele tem que planejar a velhice dele. Ele não vai chegar aos 60 anos e falar ‘agora eu vou planejar’, até pode, mas o ideal é, quando chegar aos 40 [anos] ou 45 anos, já começar a pensar na velhice”. Essa programação envolve deduzir, dada a atual situação econômica do indivíduo, se ele terá boas condições de envelhecimento, estimar o valor da aposentadoria e projetar a situação futura dos filhos ou demais familiares, por exemplo.

Por Euclidesdacunha.com✍️ Ana Cláudia Xavier

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